Posts Tagged ‘música’

de novo, nin de graça

Segunda-feira, 5 Maio, 2008

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É, parece que ‘free’ é mesmo a palavra de ordem na música. Outra vez, o Nine Inch Nails (NIN) volta a oferecer um disco inteiro de graça em seu website, “The Slip”. A diferença é que agora é completamente de graça mesmo, sem que se gaste um tostão pelo download, ao contrário do último, “Ghosts I-IV”.

Comecei a achar interessante essa história, desde que o Radiohead lançou “In Rainbows” no fim do ano passado. Não deixa de ser uma bela saída para divulgação e lançamento não somente de discos, mas de outros trabalhos artísticos sim. Bastar fazer bem feito e ter organização, além de alguma criatividade. Nisso, Reznor, do NIN, foi imbatível…

Aliás, você já baixou “o outro lado“?

web 2.0 em crédito de show!

Segunda-feira, 21 Abril, 2008

Prova de que a tecnologia mudou mesmo a forma de fazer quase tudo eu pude sentir na última sexta-feira, na abertura do show de Marina Lima, no Rival BR. Naquele momento de anunciar os créditos do show, foi anunciado inclusive “administração de Orkut, MySpace, blog e contato com fãs”, com o nome do rapaz responsável por tudo isso - e olha, não deve ser pouco o seu trabalho…

Me pareceu algo bem interessante e inovador, porque demonstra a preocupação do artista em tornar profissional e organizada sua imagem pública na web e seu conseqüente contato com os fãs. Foi o primeiro artista que vi fazendo isso de maneira pública!

Enquanto alguns tratam as comunidades online, blogs e o contato com fãs como algo puramente ocasional, pelo que parece, Marina Lima mostra justamente o contrário. Basta checar seus perfis online. Inclusive porque, se declara uma informação como esta num show, é porque um mínimo de preocupação com sua carreira online ela tem. Ponto para ela!

E, ademais, o show foi ótimo!

liberdade online, marketing e receita (lucro)!

Sexta-Feira, 14 Março, 2008

Então, não é que os artistas resolveram de fato se libertar e deu certo?

Como já havia citado aqui, o Nine Inch Nails lançou seu álbum quádruplo só pela web, semana passada, por 5 dólares apenas, sendo que a gente poderia levar as 9 primeiras músicas de graça. Ainda vem junto um belíssimo “digital booklet” em PDF, com a arte conceitual do “CD”, se é que se pode falar assim (mas não é a capa!).

Pois bem, o que foi divulgado agora é que a banda de um (brilhante) homem só teve uma receita de 1,6 milhão de dólares em 1 semana. Continue lendo o texto

“meu preço é com você!”

Quinta-feira, 28 Fevereiro, 2008

É, mas não é o “meu” preço de consultoria, embora possa ser uma estratégia a se pensar… É o plano do site Indistr, cujo novo serviço de distribuição e venda de música de bandas independentes pela web se inspirou no Radiohead: dê o seu preço ao artista! Simples!

De acordo com o site, você pode definir que valor pagar para os discos dos artistas - todos ainda bem desconhecidos, diga-se - de 1 até 20 dólares. E o site ainda informa na hora quanto o artista receberá pela venda, de acordo com sua oferta.

Uma idéia interessante, embora os artistas não tenham o porte de bandas ultra-conhecidas mundo afora. Eu gostei e acho que cada vez mais as coisas mudam e o mundo caminha para uma mudança completa na forma como a gente faz coisas simples, desde ouvir até pagar por músicas! Já pensou se o Kinoplex ou o Cinemark fizessem a mesma coisa e perguntassem: “ei, carinha, quanto você acha que este filme vale?”

E se o McDonald’s quisesse saber quanto devo pagar pelo Big Mac (ou por aquela horrorosa maçã “semi-artificial”)?

Ah, o mundo seria, no mínimo, mais justo, não acha?

PS.: ainda sobre música online, confira:

- um “mercado de ações” para bandas indie e

- outro site para escolher o preço da música: free ou até 99 centavos!

mais sobre redes sociais: por que não em e-learning?

Quinta-feira, 14 Fevereiro, 2008

Vi um post num blog, cujo assunto trata de um estudo - “Blog and Social Networks Can Boost Music Sales” - feito na New York University. Este mostra que os comentários e as trocas de experiências e opiniões entre blogueiros e pessoas conectadas via redes sociais, como o MySpace, citado no artigo, ou o “nosso” Orkut, podem ajudar a aumentar as vendas de discos.

Ora, pensei: por que não se pode fazer o mesmo em e-learning? No momento em que estamos, basta um pouco de criatividade e planejamento para desenvolver uma estratégia de treinamento online que inclua as ferramentas sociais, a tal web 2.0. O problema é que, como tenho visto na lista de EAD do google, o tradicionalismo ainda é reinante, infelizmente. Claro, boas surpresas e exceções surgem, como o uso do Second Life pelo Bradesco, e isso é ótimo!

Os resultados estão aí: as pessoas se conectam cada vez mais e, cada vez mais, o marketing, por exemplo, é pensado sobre essas plataformas atuais. É simples, já que é preciso estar onde as pessoas estão! Como melhorar uma experiência via e-learning, torná-la mais atraente, deixando de fora não apenas tendências concretas, mas uma nova maneira de interação e convivência?

Eu não sei, realmente. não é minha visão. Até mesmo num trabalho que desenvolvo no momento, sugiro a colaboração e o envolvimento mais intenso dos participantes, a fim de criar um novo conhecimento. Ou ir um passo além!